terça-feira, 16 de novembro de 2010

Boa Música: Life is a miracle (Prefab Sprout)



Say, what you doing' sleeping ? Hey half the day is gone
Get a move on

Life's a miracle, let me tell you why
If you look above you, there are no more stars
Like this one in the sky

Life's a miracle, we gotta make the most
Of the passing moment,
Gotta do our best, there'll be time enough to rest

Gotta do our best, there'll be time enough to rest

Tell someone you them, there's always a way
And if the dead could speak I know what they would say
To you and me - don't waste another day

Show someone you love them don't be scared
And if they fall into your arms you'll be surprised to find
The weight that you can bear, because

Life's a miracle, we gotta do our best
Before it's time to rest
Life's a miracle - it's a Summer's day
It's a passing moment
Enjoy the sky, be a brilliant butterfly !

Tell someone you them, there's always a way
And if the dead could speak I know what they would say
To you and me - don't waste another day

Show someone you love them don't be scared
And if they fall into your arms you'll be surprised to find
The weight that you can bear, because

Life's a miracle
Life's a miracle
Life's a miracle

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

NATAL REAL



O final do ano se aproxima e com ele uma das comemorações mais bonitas em nossa calendário: o Natal!

Relembrando o nascimento daquele que deu a vida por todos, somos convidados a também nos doarmos de alguma forma para aqueles que mais necessitam.

Para tanto, teremos a 3ª edição da campanha NATAL REAL, como um grande encerramento do ano de atividades do Projeto Cidadania Real.

Arrecadaremos brinquedos que serão destinados às famílias atendidas pelo Pró-Egresso e pela Caritas Socialis.

Uma lista com os nomes das crianças, estará disponível nas recepções da faculdade Campo Real, quem quiser colaborar escolhe a criança, devendo trazer o brinquedo (novo), sem embalagem para presente, até o dia 7/12. * O preço mínimo dos brinquedos é de R$10,00.

Cada brinquedo valerá 5 horas de atividades sociais, e cada aluno poderá doar até 5 brinquedos.

No dia 11/12, teremos uma grande festa para a entrega dos presentes e encerramento das atividades do ano do Cidadania Real.

Todos estão desde logo convidados e convocados a ajudar na festa!

domingo, 7 de novembro de 2010

CRIMINOLOGIA - Processo de Deslegitimação da Ideologia da Defesa Social 1

Processo de deslegitimação da Ideologia da Defesa Social
Ideologia – tomada na abordagem marxista, conforme Alessandro Baratta, ou seja, em sentido pejorativo, entendendo-se “ideologia” como um conjunto de falsidades, um feixe de ilusões, um discurso que não corresponde à prática.
A cada princípio da Ideologia da Defesa Social, é possível associar teorias que os deslegitimam, desmentem, contradizem.
1.       Princípio da Legitimidade x Teorias Psicanalíticas
"Mas falo. E, ao falar, provoco
nuvens de equívocos
(ou enxame de monólogos?)
Sim, inverno, estamos vivos." (Paulo Leminski)
Aqui a deslegitimação reside em afirmar que a maior parte das decisões humanas têm motivações inconscientes, fundadas em sentimentos de culpa por pulsões não reprimidas e na falta que a todos constitui.
Ainda, afirma-se o criminoso como bode expiatório da sociedade, que a partir da punição de um indivíduo experimenta o efeito catártico da pena.
Assim, afirmar a legitimidade do Estado para o combate à criminalidade, seria mera racionalização do impulso à violência e vingança.


2.       Princípio do Bem e do Mal x Teoria Estrutural Funcionalista da Anomia
Para Durkheim o crime faz parte da estrutura de toda sociedade, não existindo sociedade sem crime. Isso se dá porque o crime exerce a função de  revisão de valores, reavaliação de prioridades.
Assim, o crime não é patológico, mas fisiológico.
Porém, quando há excessivo aumento em quantidade e crueldade, é possível atingir o estágio de anomia.
Anomia é a desorganização dos valores, ausência de norma.
Portanto, apesar de não existir sociedade sem crime, isso não significa que o crime não deve ser combatido.
Conclui-se então pela impossibilidade de dividir a sociedade entre bem e mal, uma vez, que a sociedade que seria o bem, tem o crime em sua estrutura, enquanto o crime, que seria o mal, exerce função positiva dentro da sociedade.
Robert Merton afirma que o crime ocorre devido à distância que algumas pessoas experimentam entre os meios institucionais e o fins culturais. Diante de tal distância haveria 5 modelos de adaptação individual: conformidade, ritualismo, inovação, evasão e rebeldia.

3.       Princípio da Culpabilidade x Subculturas Criminais e Associações Diferenciais
Para o Princípio da Culpabilidade o crime é fruto de escolha livre do indivíduo.
As subculturas criminais seriam grupos culturais menores dentro da cultura geral, uma reação de minorias que se sentem marginalizadas, como forma de se sentirem aceitos, reconhecidos, valorizados.
A subcultura tem valores próprios, identifica-se pela linguagem, maneira de se vestir, etc. Ex: Skinheads.

O criminoso seria um imitador e o comportamento ilícito é aprendido da mesma forma que qualquer outro comportamento: pela observação e imitação.
Assim, o crime não é uma decisão livre, mas é influenciado pelos grupos com que o indivíduo se associou ao longo da vida.
Da mesma forma que se apreende o comportamento criminoso, também se apreende as técnicas de neutralização da consciência pesada diante da escolha pelo crime, o que demonstra que, apesar de fazer parte da subcultura, o criminoso reconhece a existência da sociedade. São técnicas de neutralização (David Matza): negação da responsabilidade, negação da vitimização, condenar os que condenam, apelo à instâncias superiores.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Tomé



“Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer deste dia, estando fechadas as portas do lugar aonde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: A paz esteja com vocês.[...] Tomé, chamado Gemeo, que era uns dos doze, não estava com eles quando Jesus veio.  Os outros discípulos disseram para ele: Nós vimos o Senhor. Tomé disse: se eu não vir a marca dos pregos nas mãos de Jesus, se eu não colocar o meu dedo na marca dos pregos, e se eu não colocar as minhas mãos no lado dele, eu não acreditarei.” Jo 20, 19-25
Quão Tomé somos todos nós?
A pergunta foi proposta em uma das assembléias do Cursilho, por Dom Laurindo, então Bispo da Diocese de Foz do Iguaçu.
De fato. Quantas vezes nós não nos envolvemos, não assumimos responsabilidades, não nos comprometemos, sequer comparecemos e depois ainda nos achamos no direito de duvidar daqueles que acreditam?
É necessário ficar atento a isso.
É comum observarmos algumas pessoas se afastando do Movimento de Cursilhos e até mesmo da Igreja, sem nenhuma grande razão, simplesmente porque permitiram que a distância aumentasse.
Trilhas que ficam por muito tempo sem uso, tendem a criar mato, dificultando a passagem, até que desaparecem completamente.
Quando deixamos de comparecer a uma Escola Vivencial ou Assembléia Mensal, pode ficar bem fácil também não participar da próxima. Quanto menos participamos mais nos esquecemos dos motivos que nos levariam a participar, das maravilhas que já vimos acontecer em nossas vidas e nas vidas de outras pessoas, do crescimento, da formação, da amizade especial que é cultivada entre cursilhistas... Até chegar ao ponto em que duvidamos de todas essas coisas: não vamos, não vemos e depois questionamos!
Não é para qualquer um. Compromisso incondicional é realmente para poucos. É para quem não tem qualquer outra prioridade a não ser estar a postos para receber e testemunhar Jesus.

Quati Vingador - Conselhos de Irmã

Nos meus idos tempos de faculdade (na condição de aluna), eu e alguns amigos escrevíamos um informativo chamado “Quati Vingador”.
O Quati era escrito por alguns meninos do curso de Direito da UEPG e suas poucas cópias eram disputadas a tapa. Eu e algumas amigas sugerimos a eles admitir textos de “quatis fêmeas” e a mim couberam duas colunas: “Essa é pra casar” e “A nível de Universidade”.
Foi uma das melhores épocas da minha vida. Todas as semanas precisava encontrar inspiração para escrever uma coluna sobre festas, relacionamentos, coisas de meninas e outra sobre fatos da universidade, política, direito, etc.  Às quintas-feiras muitas vezes íamos até a madrugada, revisando, organizando, providenciando as cópias e grampeando as folhas. No dia seguinte fazíamos a distribuição pela manhã e também à noite. Até uniforme a gente tinha!
Todos se divertiam com nossas besteiras e apreciavam também a parte séria. Inclusive a direção do curso muitas vezes solicitava que veiculássemos avisos oficiais no Quati, porque ali tinham certeza que seriam lidos.
Muita gente pedia para ser citado, outros tinham até medo: “Você não vai escrever sobre mim né?” Até entrar sem pagar em algumas festas universitárias nós entrávamos, e diziam: “Chegou a imprensa!”
Talvez os devaneios aqui no blog sejam uma forma de matar um pouco da saudade daquele tempo. Era um espaço privilegiado para dar indiretas, desabafar e até praticar algumas vinganças veladas! Era um jeito de tirar alguns macaquinhos do sótão e colocar no papel!

Dois dos companheiros de Quati me encontraram no facebook essa semana, os famigerados Dr. G e Chasso. Acho que aí veio a nostalgia e vontade de requentar um texto daquela época (claro, mamãe os mantém todos arquivados!).
Então, segue abaixo, sem qualquer modificação, um texto publicado em 6 de setembro de 2002, na coluna Essa é pra casar, 11ª edição, do segundo ano do Quati Vingador.
Vai que ainda é útil para alguém!
CONSELHOS DE IRMÃ
Esta coluna normalmente traz críticas ao comportamento masculino, outras vezes avalia as atitudes femininas, mas esta edição está mais boazinha: reunimos alguns conselhos dirigidos aos rapazes, são realmente dicas só dadas a irmãos, vão desde o comportamento com o sexo oposto, até o jeito de se vestir:
- sabem aquelas listas tipo “as 10 melhores cantadas” que te mandam por email? Você não deve levá-las a sério meu querido, chegar na menina dizendo: “posso te fazer uma proposta? Eu te dou um beijo, se você não gostar você me devolve...” é a maior furada.
- a tua virilidade e força física só serão úteis e apreciadas na hora de carregar malas, trocar pneus, etc, jamais na hora da conquista. Se o teu papinho não convenceu a gata, uma “chave de braço” não terá melhor sorte. Agarrar e beijar é no mínimo uma grosseria.
- tudo menos meia branca conjugada com calça e sapatos escuros.
- camisa brilhante... você é cigano?
- carro cheio de “barulhos”, música muito alta, todo um aparato automobilístico não são eficientes par atrair mulheres, ou pelo menos mulheres dignas de respeito...
- calvície começando a dar sinais? Não adianta se agarrar aos poucos heróis da resistência e conservar um ridículo mullet. Um corte bem curto e pronto.
- quando for presentear, nunca a mande escolher. Segundo uma colega analista de relacionamentos, “mandou escolher, se f...”. Só falta no dia dos namorados você dar uma daqueles “vale CD”. Use a criatividade amigo! Fora que dando a escolha a ela você perde o controle do preço, pode se arrepender depois. Outra coisa, preço e marca não significam muito para moçoilas que se prezem (sim, elas existem). Muitas vezes um chocolate inesperado tem mais efeito do que um grande anel.
- em hipótese alguma termine um relacionamento por telefone, ou pior, por email. Seja homem, não foi assim que tudo começou e não é assim que deve terminar.
- se você precisa mesmo beber, tenha noção. A cena de um cara vomitando no meio da festa obviamente não é o melhor chamariz de mulheres. Não passe a noite toda encostado no balcão! O álcool pode ter ainda outros efeitos: suas qualidades de dançarino não serão estimuladas com o equilíbrio prejudicado; você pode facilmente se meter em brigas idiotas (há alguma briga que não o seja?) e mulher nenhuma suporta homem metido a macho; você pode não lembrar de informações importantes no dia seguinte; você pode expor a moça a sérios risco ao levá-la para casa, entre outras desvantagens. Saiba dos teus limites!
- não dê em cima das amigas dela. Tenha foco! É o óbvio, mas muitos ignoram...
- a gente costuma não gostar de homem que dança muuuito bem, do tipo que sabe todas as coreografias da moda, rebolando feito um louco. Mantenha a compostura no salão. O imprescindível é que você se vire bem dançando a dois.
- Tenha amigas. Trate bem as mulheres da tua família.
- Declarações de amor em público devem ser evitadas ou deixadas para quando você tiver um mínimo de esperança de reciprocidade, do contrário você colocará os dois numa situação muito constrangedora.
Haveria ainda muitos outros conselhos, todos ótimos na teoria mas que a prática insiste em contrariar. Na dúvida: tente! Nas questões do coração é possível até que os fins justifiquem os meios. Como diz São Paulo: “o amor cobre a multidão de pecados”. Por pecados podemos entender fiascos, foras, cortadas e por aí vai...